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		<title>O Palude Político</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 03:02:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como a política tem se tornado um pântano enorme, sem proporções. Pode-se esperar de tudo dos figuraças politicalhos; não exercem verdadeiramente a política como ideal ou até mesmo aquela descrita no livro ‘o príncipe’ de Maquiavel. Posso afirmar, a fortiori, que desde que votei pela primeira vez, nunca tive confiança ‘nessa gente que promete e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=75&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#800000;">Como a política tem se tornado um pântano enorme, sem proporções.</span><br />
<span style="color:#800000;">Pode-se esperar de tudo dos figuraças politicalhos; não exercem verdadeiramente a política como ideal ou até mesmo aquela descrita no livro ‘o príncipe’ de Maquiavel. Posso afirmar, a fortiori, que desde que votei pela primeira vez, nunca tive confiança ‘nessa gente que promete e não cumpre’. Vãs promessas, logros e fraudes são alguns dos atos por elas praticados; pessoas que da noite pro dia querem se tornar alter ego do povo; pra quê? Para a massa idiota confiar e depois ser, no mais valioso sentido do termo, usada e abusada a posteriori.</span><br />
<span style="color:#800000;">Esse é o papel do palude político, do lamaçal que há nesses chamados colégios iniciadores de ilusionistas e, ilusionistas de primeira classe; quanta retórica, quanta oratória para depois facilmente ‘os imbecis que não votam nulo’ serem manipulados, esse é termo correto. Votar em quem se ninguém cumpre o que promete? Votar pra quê se ‘eleição não muda nada, viva a revolução’; um grafite há décadas pintado num muro do museu Mariano Procópio que nos transmite essa fiel e veraz realidade de que eleição realmente não tem mudado nada pra melhor.</span><br />
<span style="color:#800000;">Como disse Hipócrates: “ ars longa, vita brevis”. Vivemos de uma ‘arte’ politicalha; mas não pode ser incluída no campo das belas artes, mas sim na prestidigitação; parece real, mas não é.</span><br />
<span style="color:#800000;">Prefira andar em ruas que não conduza aos caminhos do pântano, pois certamente, uma vez lá, você poderá gostar da lama podre e cada vez mais poderá ficar sem ética; aliás, ética é algo que não existe nesse meio; raríssimas exceções. É como encontrar um diamante na calçada, difícil não é?</span><br />
<span style="color:#800000;">Pois quisera eu existisse pessoas com tamanha hombridade de caráter para serem condecoradas verdadeiros políticos, mas no país do carnaval, tudo vira samba, pizza e também palude político.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=75&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A FORÇA MAIOR</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 16:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[    A força maior está no amor, e esta é interior, revelando-se de dentro para fora, porque a paixão manifesta na maioria dos casos como o oposto, ou seja, de fora para dentro, quando muito paira somente no artificial, sobrecarregando todo o exterior.  Saber diferenciar amor de paixão é tarefa árdua, por demais complexa, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=61&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<div><span style="color:#ff0000;">
<a href='http://jornalblog.wordpress.com/2010/01/08/a-forca-maior/stock_romantic_couple_15_by_shanethemainmanstock/' title='stock_romantic_couple_15_by_shanethemainmanstock'><img data-attachment-id='62' data-orig-size='300,225' data-liked='0'width="150" height="112" src="http://jornalblog.files.wordpress.com/2010/01/stock_romantic_couple_15_by_shanethemainmanstock.jpg?w=150&#038;h=112" class="attachment-thumbnail" alt="stock_romantic_couple_15_by_shanethemainmanstock" title="stock_romantic_couple_15_by_shanethemainmanstock" /></a>
</p>
<p></span></div>
<p><span style="color:#ff0000;"> </p>
<p></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">A força maior está no amor, e esta é interior, revelando-se de dentro para fora, porque a paixão manifesta na maioria dos casos como o oposto, ou seja, de fora para dentro, quando muito paira somente no artificial, sobrecarregando todo o exterior.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> Saber diferenciar amor de paixão é tarefa árdua, por demais complexa, pois a paixão traz consigo um pouco do amor, visto que ela não sobreviveria por muito tempo se não o tivesse. O amor, assim, se faz indispensável para a paixão, mas não é ele o essencial para o apaixonado.  A pessoa que está apaixonada vê, logo em primeira instância, anseios e desejos de ordens físicas, enquanto que, aquele que ama deseja veementemente o bem estar do casal, procura aprimorar suas boas características e tenta enxergá-las no outro. Aquele que ama não preocupa, pois sabe do seu valor perante o outro e reconhece o valor que o outro lhe preza.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">  Viver seus sonhos e procurar conhecer os sonhos do outro é tarefa eficaz para quem ama, logo é através dos sonhos, e muitas das vezes dos sonhos em conjunto que o casal poderá planejar, alcançar e persistir em suas ambições.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> A paixão é cheia dos ‘ismos’, isto é, ela é carregada de materialismo, narcisismo, consumismo, hedonismo frenético dentre tantos outros ‘ismos’. E o interesse da paixão é viver desses meios e fazer deles também um fim, enquanto que para quem se encontra ‘amando’ esses ‘ismos’ não possuem tanto valor e, geralmente ficam em segundo e ultimo plano; é claro que em uma sociedade capitalista esses ‘valores’ são imperantes, mas quem ama não precisa seguir dessas orientações dispostas nesta sociedade, onde tudo se transforma em mercadoria e objeto (os sentimentos, as pessoas&#8230;) para ser feliz e amar verdadeiramente.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> Em pleno século XXI, onde as ferramentas de comunicação são amplamente difundidas e utilizadas, elas mesmas desempenham um papel meio ‘estranho’ na sociedade, pois ao mesmo tempo em que mais indivíduos estão aderindo a virtualidade, essa mesma faz com que a força da comunicação interpessoal, aquela cara a cara, boca a boca, olhos nos olhos, que exige contato e comunicação não-verbal se perca, seja esquecida lentamente pelos seres; daí o enfraquecimento do amor e a ascensão  da paixão, porque a paixão não necessariamente precisa de um contato mais profundo, mas o amor sim.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> Tem muita gente dizendo estar amando, quando na realidade está é apaixonada, porque a paixão tem essa característica de em algum momento se metamorfosear em amor, mas o verdadeiro amor consiste na imensa intensidade do envolvimento entre duas pessoas, e não na procrastinação de um desejo alimentado pelo tempo e que tira proveito das situações para sustentar o ego e a libido.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> Todo amor precisa de um pouco de paixão, mas nem toda paixão precisa de uma grande quantidade de amor. Pese na balança, veja qual é o seu caso, a sua situação e reflita se realmente a força maior reside em amar!</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=61&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O HOMEM LIGHT</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 16:06:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O ser humano vive mais em função do que lhe dizem os MCM (meios de comunicação de massa) do que na cruel e verdadeira realidade que é apresentada todos os dias diante de seus olhos.  O termo light, em seu sentido original refere-se a certos tipos de alimentos como exemplo a coca-cola sem cafeína, a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=59&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#800000;">O ser humano vive mais em função do que lhe dizem os MCM (meios de comunicação de massa) do que na cruel e verdadeira realidade que é apresentada todos os dias diante de seus olhos.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"> O termo light, em seu sentido original refere-se a certos tipos de alimentos como exemplo a coca-cola sem cafeína, a manteiga sem gordura, açúcar sem glicose; já para o ser humano o significado tem outra conotação, aplicando-se o termo às pessoas levianas, débeis, reduzidas, com muita fachada.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"> O que marca o homem light como sendo tal, são algumas características como o hedonismo, o consumismo exacerbado, a permissividade e o novo relativismo, que passa a ser seu código ético, ou seja, tudo para esse tipo de pessoa é contingente. Dessa intolerância infindável nasce a indiferença pura, pois para esse tipo de gente não existe princípios sólidos, mas somente pontos de vista.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"> Sua moral, se é que ele possui, é feita à base de regras de urbanidade somente. Em suma, o homem light é um ser humano sem referência, sem opiniões próprias, onde as fronteiras do maniqueísmo foram apagadas de sua reminiscência pelo poder persuasivo da mídia que tudo manipula e controla.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/59/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/59/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=59&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Gabriela Laurentiis:A amizade e o amor agora buscam o proveito próprio. Especial Caros Amigos, nov. 2007.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 16:04:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Gabriela Laurentiis:A amizade e o amor agora buscam o proveito próprio. Especial Caros Amigos, nov. 2007.   Por Fernando Raine   Numa entrevista formatada pergunta-resposta, a especialista Gabriela Laurentiis, escreve de Paris à revista Caros Amigos sobre o que entendemos ser o modo de pensar pós-humano e sobre a fragilidade dos relacionamentos na era contemporânea. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=57&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gabriela Laurentiis:<strong>A amizade e o amor agora buscam o proveito próprio.</strong> Especial Caros Amigos, nov. 2007.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Por Fernando Raine</p>
<p> </p>
<p>Numa entrevista formatada pergunta-resposta, a especialista Gabriela Laurentiis, escreve de Paris à revista Caros Amigos sobre o que entendemos ser o modo de pensar pós-humano e sobre a fragilidade dos relacionamentos na era contemporânea.</p>
<p> Seguindo uma linha de pensamento da filosofia anti-globalização do filósofo polonês Zygmunt Bauman, a escritora pondera que a durabilidade do amor implica ou não em diferenças sociais.</p>
<p> Já num segundo momento a especialista discorre se com as novas tecnologias, as relações sociais mudam. Evidentemente, para ela há um risco em estar na internet por causa da simulação, do mal-entendido e da falta de autenticidade; segundo Gabriela há “uma fluidez enganosa”, mas por outro lado, a internet é um meio onde se facilitam os relacionamentos, deve-se saber filtrar o essencial e o que parece ser verdadeiro segundo os critérios de cada um.</p>
<p> No terceiro parágrafo, Gabriela Laurentiis informa que o desenvolvimento da violência incorre pela satisfação do desejo imediato. Há o que pode se chamar de cauterização, ou seja, acostumamos com as catástrofes, com as guerras e nos tornamos indiferentes, e isso faz com que haja desigualdades, pois prevalece o aumento do ressentimento.</p>
<p>Posteriormente a especialista constata que, quando o homem migrou do campo para a cidade, ele foi se tornando superficial e houve consequentemente a diminuição das relações entre indivíduos extremamente próximos, portanto verifica-se aí uma efemeridade no relacionar-se, e aumenta o individualismo, o materialismo e o consumismo, fatores que imperam nas cidades.</p>
<p>Num último momento a escritora pondera sobre o porquê o amor está se tornando líquido, utilizando-se aí de uma analogia ao livro de Bauman, O Amor Líquido.</p>
<p>Conclui afirmando que “nessa relação amorosa, cada um é a fonte de prazer e também de sofrimento, porque, quando dois seres específicos se encontram, eles vivem momentos de acordo e momentos de conflito, o conflito sendo inerente a todas as relações humanas.”</p>
<p>Concluímos essa resenha com uma frase de Bauman, que cabe exatamente ao que Laurentiis se propôs a escrever. Ei-la: “[...] e assim é numa cultura consumista como a nossa, que favorece o produto pronto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea; resultados que não exigem esforços prolongados, receitas testadas, garantias de seguro. A promessa de aprender a arte de amar é a oferta (falsa, enganosa, mas que se deseja ardentemente que seja verdadeira) de construir a “experiência amorosa” à semelhança de outras mercadorias, que fascinam e seduzem exibindo todas essas características e prometem desejo sem ansiedade, esforço sem suor e resultado sem esforço.”</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=57&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ON LANGUE</title>
		<link>http://jornalblog.wordpress.com/2008/09/06/on-parole/</link>
		<comments>http://jornalblog.wordpress.com/2008/09/06/on-parole/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 22:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[  Este estudo propõe uma reflexão sobre o papel da palavra em nosso contexto sócio-cultural, e também um aprofundamento dos estudos lingüísticos no que tange a habitação do vocábulo. Residir a palavra tem o significado de persistir nela. Desconstruir, reconstruir e refletir são necessários para compensar o ato crítico correspondente à fala, isto porque a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=36&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="sdfootnote-western"><a href="http://jornalblog.files.wordpress.com/2008/09/vagina_with_teeth.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-37" title="vagina_with_teeth" src="http://jornalblog.files.wordpress.com/2008/09/vagina_with_teeth.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-family:Courier New, monospace;">Este estudo propõe uma reflexão sobre o papel da palavra em nosso contexto sócio-cultural, e também um aprofundamento dos estudos lingüísticos no que tange a habitação do vocábulo. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-family:Courier New, monospace;">Residir a palavra tem o significado de persistir nela. Desconstruir, reconstruir e refletir são necessários para compensar o ato crítico correspondente à fala, isto porque a linguagem na forma oral, ou que seja até mesmo na forma escrita é substancialmente afetiva e mantém traços da </span><span style="font-family:Courier New, monospace;"><em>persona </em></span><span style="font-family:Courier New, monospace;">do crítico que a reside. Daí Jacques Derrida</span><sup><span style="font-size:xx-small;font-family:Courier New, monospace;"><a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote1anc" href="http://jornalblog.wordpress.com/wp-admin/#sdfootnote1sym"><sup>1</sup></a></span></sup><span style="font-family:Courier New, monospace;"> dizer: “o contágio é uma estrutura universal da experiência. Todo o que é vivo tem a potência de contágio. E somente um ser capaz de simbolizar, quer dizer, de se auto-contagiar, se pode deixar contagiar pelo outro em geral. O auto-contágio é a condição de uma experiência em geral”. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-family:Courier New, monospace;">Mas o que é a linguagem que contagia? Bem, para Barthes</span><sup><span style="font-size:xx-small;font-family:Courier New, monospace;"><a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote2anc" href="http://jornalblog.wordpress.com/wp-admin/#sdfootnote2sym"><sup>2</sup></a></span></sup><span style="font-family:Courier New, monospace;"> é uma língua pele, como no discurso ‘a conversa’: ”a linguagem é uma pele: esfrego minha linguagem no outro. É como se eu tivesse palavras ao invés de dedos, ou dedos na ponta das palavras. Minha linguagem treme de desejo. A emoção de um duplo contato: de um lado, toda uma atividade do discurso vem, discretamente, indiretamente coloca em evidência um significado único que é teu desejo, e libera-lo, alimenta-lo, ramifica-lo, faze-lo explodir; por outro lado, envolvo o outro nas minhas palavras, eu o acaricio, o roço, prolongo este roçar, me esforço em fazer durar o comentário ao qual submeto a relação”. </span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-family:Courier New, monospace;">Mas não basta habitar a palavra e nem ter consciência de que ela é algo contagiante, é necessário ir além, é preciso contemplar o silêncio onde moram a linguagem, a fala e a afecção causada pela mesma; talvez seja essencial mergulhar no silêncio para encontrar as palavras.</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;line-height:150%;"><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></p>
<div id="sdfootnote1">
<p class="sdfootnote-western"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote1sym" href="http://jornalblog.wordpress.com/wp-admin/#sdfootnote1anc"><span style="color:#0000ff;">1</span></a><span style="color:#0000ff;"> Jacques Derrida. De la grammatologie. Paris: Lês éditions de minuit, p.236.</span></p>
</div>
<div id="sdfootnote2">
<p class="sdfootnote-western"><a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote2sym" href="http://jornalblog.wordpress.com/wp-admin/#sdfootnote2anc"><span style="color:#0000ff;">2</span></a><span style="color:#0000ff;"> Roland Barthes. Fragmentos de um discurso amoroso. Rj: Francisco alves, p.98.</span></p>
<p class="sdfootnote-western"><a href="http://jornalblog.files.wordpress.com/2008/09/vagina_with_teeth.jpg"></a></p>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jornalblog.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jornalblog.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=36&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">vagina_with_teeth</media:title>
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	</item>
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		<title>resenha: você quer o que deseja?</title>
		<link>http://jornalblog.wordpress.com/2008/07/16/resenha-voce-quer-o-que-voce-deseja/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Forbes, Jorge. Você quer o que deseja?  Rio de Janeiro: Best Seller, 2005.     Fernando Raine     Entusiasta da música eletrônica e fã do filme Matrix, o psicanalista Jorge Forbes, 52 anos, tem motivos para criar polêmica. Aluno de Jacques Lacan nos anos 70 e um dos principais responsáveis por trazer a psicanálise [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=32&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Forbes, Jorge. <strong><span style="text-decoration:underline;">Você quer o que deseja?</span></strong><span style="text-decoration:underline;"><span>  </span></span>Rio de Janeiro: Best Seller, 2005.<a href="http://jornalblog.files.wordpress.com/2008/07/forbes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33" src="http://jornalblog.files.wordpress.com/2008/07/forbes.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Fernando Raine</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Entusiasta da música eletrônica e fã do filme <em>Matrix</em>, o psicanalista Jorge Forbes, 52 anos, tem motivos para criar polêmica. Aluno de Jacques Lacan nos anos 70 e um dos principais responsáveis por trazer a psicanálise lacaniana ao Brasil, ele se difere em algumas opiniões. Enquanto a maioria de seus colegas considera esta uma geração individualista, Forbes elogia a atitude criativa da moçada e admira sua capacidade de lidar com a passagem da era industrial para o mundo globalizado. Idéias como essas estão reunidas nas crônicas e conferências publicadas em seu novo livro ‘<em>Você quer o que deseja?’</em><span>, </span>cujo título já causa certa inquietação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Forbes inicia o texto dizendo que milhões de adolescentes foram capturados e seduzidos por Matrix, e a parte que mais lhe interessa no filme é o aspecto no que tange à decisão, pois como ele mesmo diz: Matrix toca a decisão.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>O autor conta uma breve história das partes iniciais do filme e compara uma cena, especificamente a que Morfeu ensina Neo a quebrar a regra aparente do espaço da luta, com a psicanálise, que quebra uma regra de significação, avisando que, se não quebrar essa regra, não conseguirá ir além daquilo que a matriz lhe permite dizer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Forbes também cita Lacan, dizendo que em certo momento, no final da análise, a pessoa lê sua vida escrita em um quadro; tal como Neo viu a Smith. Faz também uma analogia a Descartes quando escreve que “para tomar decisão, é necessário que a pessoa se pense, ou seja, penso, logo existo”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Em uma parte do texto, o escritor torna claro que há duas maneiras de evitar tomada de decisão: pela certeza da ciência ou pela religião, e fala também que nem todo mundo evita a decisão, que é o caso dos artistas e também de Neo, quando tomou a pílula vermelha. Por conseguinte, o autor enfoca que a decisão é importante porque vivemos numa era de mudança; faz uma analogia entre a era industrial, quando as decisões eram modalizadas pelo poder e pela acumulação, e na era globalizada, quando as decisões não serão modalizadas pelo poder, pela acumulação, mas ao contrário, pela participação e usufruto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Jorge Forbes cita Descartes e comenta a respeito dos sentidos: “mas, ainda que os sentidos nos enganem às vezes, no que se refere às coisas pouco sensíveis e muito distantes, encontramos talvez muitas outras, das quais não se pode razoavelmente duvidar&#8230;” assim, o autor afirma que Matrix pode ser visto como Descartes reloaded, feito para o povo jovem de 2003.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>Forbes comenta sobre um trabalho que fez com música em um tempo atrás e diz que a música eletrônica (estilo musical usado no filme Matrix reloaded) toca o corpo e esse tipo de música não tem palavra. Sendo assim, ela cria ritmo e, quando a palavra perde a semântica, toca o corpo, ou seja, não há razão e somente emoção.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>No penúltimo parágrafo, o autor fala bem dos irmãos Wachowski, diretores da trilogia Matrix.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>No último parágrafo ele gloriosamente “fecha” a conversa sobre decisão, com um poema de Alberto Caeiro, a respeito da nossa inutilidade no mundo, o nome do poema é: quando vier a primavera.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>  </span>A meu ver, Forbes encara Matrix como um fato de estimular uma reflexão sobre a obrigatoriedade de se optar. Este é o grande problema da globalização. Uma vez que existem possibilidades multiplicadas, é preciso optar. E ficou patente no texto, que o autor deixa claro que os adolescentes sabem lidar com a ética cartesiana de Descartes, pois Matrix a todo o momento trata disso, e, se como disse o autor, no primeiro parágrafo, que milhares de jovens foram capturados e seduzidos pelo filme, é evidente que não foi só pelos efeitos especiais, mas sim por um aspecto importante que vai além da estética: tomar decisão no mundo globalizado, como está implícito no texto, é uma questão que responde à ética do desejo e não à do dever.</span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jornalblog.wordpress.com/32/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jornalblog.wordpress.com/32/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=32&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>O QUE AMA COM O VERDADEIRO AMOR</title>
		<link>http://jornalblog.wordpress.com/2008/07/16/o-que-ama-com-o-verdadeiro-amor/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[o que ama com o verdadeiro amor    Quem ama com o verdadeiro amor não se limita a amar “no” ser amado o que quer que seja, antes o ama por si mesmo, precisamente o que ele “é” e não o que ele “tem”. Quem ama de verdade, é como se visse através da “roupa” [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=30&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="text-transform:uppercase;color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;">o que ama com o verdadeiro amor</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"><span> </span>Quem ama com o verdadeiro amor não se limita a amar “no” ser amado o que quer que seja, antes o ama por si mesmo, precisamente o que ele “é” e não o que ele “tem”. Quem ama de verdade, é como se visse através da “roupa” física e psíquica da pessoa espiritual, para pôr os olhos nela própria. Por isso, já se não trata aqui de um “tipo” físico que o excite, ou de um caráter anímico que porventura o apaixone; o que está aqui em apreço é o próprio ser humano, a companheira ou o companheiro enquanto ser incomparável e insubstituível.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"><span> </span>O amor é mais do quem um estado de sentimentos: é um ato intencional. Aquilo para que ele intende é o <em>ser-assim</em> de outro ser humano. Este <em>ser-assim</em>, a essência deste outro ser humano independente, em última análise, a essência em si.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"><span> </span>O amor autêntico, em si e para si, não precisa do corporal, nem para despertar nem para se consumar; mas serve-se do corporal nos dois momentos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"><span> </span>Para quem ama, o amor enfeitiça o mundo, mergulha-o numa nova valiosidade. O amor dá àquele que ama uma maior altura no que diz respeito à ressonância humana em face da plenitude dos valores. Abre-lhes o espírito do mundo, na sua plenitude de valores, a toda a gama de valores. Assim o amante, ao entregar-se ao tu, experimenta um enrequecimento interior que transcende esse tu: o cosmos inteiro torna-se para ele mais vasto e mais profundo na sua valiosidade; resplandesce nos raios de luz daqueles valores que só o enamorado sabe ver, pois, afinal, não faz cegos o amor, mas sim videntes, dando aguda visão para os valores. Por fim, ao lado da graça de ser amado e do feitiço do amar, um terceiro momento surge ainda no amor: o seu milagre; porque, precisamente através do amor, e dando um rodeio pelo biológico, consuma-se o que é de algum modo inconcebível: uma pessoa nova entra na vida, cheia, ela também, daquele mistério do “caráter de algo único” e irrepetível da existência – e um filho é isto!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:green;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#ff0000;">Excertos de psicoterapia e sentido da vida. Viktor Frankl</span></span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jornalblog.wordpress.com/30/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jornalblog.wordpress.com/30/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=30&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS</title>
		<link>http://jornalblog.wordpress.com/2008/07/16/alice-no-pais-das-maravilhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Alice no país das maravilhas, na concepção Deleuziana:  Alice não tinha alucinações provocadas por drogas alucinógenas, mas sim, possuía a capacidade de acessar diferentes aspectos do espaço-tempo, do real, ou seja, transitava entre vários platôs. Alice não precisava de alucinógenos, pois ela é como algumas pessoas que transcendem os sentidos com as músicas que ouvem, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=28&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#008000;font-family:Times New Roman;">Alice no país das maravilhas, na concepção Deleuziana:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#008000;"><span> </span>Alice não tinha alucinações provocadas por drogas alucinógenas, mas sim, possuía a capacidade de acessar diferentes aspectos do espaço-tempo, do real, ou seja, transitava entre vários platôs. Alice não precisava de alucinógenos, pois ela é como algumas pessoas que transcendem os sentidos com as músicas que ouvem, com os cheiros e toques que sentem&#8230;</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="color:#008000;"><span> </span>Se você acha que para ver luzes coloridas ou adentrar nos não-lugares é necessário ingerir drogas, ou pior, que essas viagens são meras alucinações&#8230;ledo engano meu caro!</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"><span style="color:#008000;">Existem pessoas transcendentais por natureza!!!</span></span></p>
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		<title>o poderoso mundo dos anúncios</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 22:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste estudo, farei uma discussão, analisando teórica e empiricamente a realidade que o anúncio vai costurando a uma outra realidade que, com base nas relações concretas de vida dos atores sociais, produz um mundo idealizado. O mundo da publicidade é fascinante. Um mundo onde produtos são sedimentos e a morte não existe. Que é parecido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=21&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"></span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Neste estudo, farei uma discussão, analisando teórica e empiricamente a realidade que o anúncio vai costurando a uma outra realidade que, com base nas relações concretas de vida dos atores sociais, produz um mundo idealizado. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O mundo da publicidade é fascinante. Um mundo onde produtos são sedimentos e a morte não existe. Que é parecido com a vida e, no entanto, completamente diferente, posto que é sempre bem sucedido. Onde não habitam a dor, a miséria, a angústia. Mundo onde existem seres vivos e, paradoxalmente, dele se ausenta a fragilidade humana. Lá, no mundo do anúncio, a criança é sempre sorriso, a mulher desejo, o homem plenitude, a velhice beatificação. Sempre a mesa está farta, a sagrada família, a sedução. Mundo nem enganoso nem verdadeiro, simplesmente porque seu registro é o da mágica. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Pode-se, então, através da publicidade, levantar os olhos para um universo de significações bastante insólito e, surpreendentemente, próximo de outros universos de significação muito conhecidos pelos antropólogos. Como nos mitos das sociedades tribais, também nos anúncios os animais falam e os feitos mágicos são constantes.<span>  </span>O anúncio mostra uma outra realidade que, com base as relações concretas de vida dos atores sociais, produzindo um mundo idealizado. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Cada anúncio, à sua maneira, é a denúncia de uma carência da vida real. Estudar a produção publicitária é, dessa maneira, importante e se justifica na medida em que ela não é apenas volumosa e constante, mais que isto, ela tem como objetivo “influenciar”, “aumentar o consumo”, “transformar hábitos”, “educar” e “informar”, pretendendo-se ainda ser capaz de atingir a sociedade como todo. A publicidade retrata, através dos símbolos que pode manipular, uma série de representações sociais sacralizando momentos do cotidiano.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O discurso publicitário fala sobre o mundo, sua ideologia é uma forma básica de controle social, categoriza e ordena o universo. Faz do consumo um projeto de vida. A função manifesta da publicidade é aquela de “vender um produto”, “aumentar o consumo” e “abrir mercados”. Se compararmos ao fenômeno do “consumo” de anúncios e o de produtos, iremos perceber que o volume de “consumo” implicado no primeiro é infinitamente superior ao do segundo. Em cada anúncio “vende-se” “estilo de vida”, “sensações”, “emoções”, “visões de mundo”, “relações humanas”, “sistemas de classificação”, “hierarquia” em quantidades significativamente maiores que geladeiras, roupas ou cigarros. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O anúncio dispõe de um amplo espaço de especulação, um amplo espaço discursivo. Nos colocar diante destas discussões torna-se bastante importante para o conhecimento das formas de representação de nossa cultura e do pensamento burguês. De um lado temos as análises “internas” à publicidade. Este nível de recorte do objeto pertence mais a um elenco de estudos que se coloca na ordem de um discurso “de” publicidade, um discurso “interno” ao fenômeno. Num certo sentido, um discurso “nativo”. São análises que pretendem observar os anúncios por sua capacidade de venda, por sua estética ou por sal criatividade e planejamento. São muitas vezes análises de publicitários discutindo e escolhendo anúncios publicitários feitos por outros publicitários para premiar os melhores trabalhos publicitários de um determinado ano. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:auto 0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Este plano de abordagem pertence mais a um tipo de análise que pretende antes legitimar os profissionais, seu trabalho e sua produção, que pensar uma análise crítica que observe o anúncio como instrumento de compreensão da vida social. Compreender a publicidade é, basicamente, olhá-la com a ótica do instrumento antropológico.<span>  </span>É ouvir a palavra dos informantes nos levarem a estrutura de significação na quais estes decodificam anúncios. O caminho mais acessível é aquele de interpretar não a publicidade em si mas um discurso acerca de publicidade decodificada por um grupo de informantes. O anúncio publicitário sendo uma representação social, como fato cultural, possui também um significado que é do domínio público. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> Deste mundo publicitário, podemos retirar o significado de hábitos, práticas e instituições por nós produzidas e mantidas. Aqui, cada vez mais, classificamos e construímos o nosso mundo contemplando significados &#8211; marcas, anúncios, etiquetas. Ainda também, vitrinas, objetos, roupas, nossos corpos nos fazem homens-anúncio de um sistema “mágico-totêmico” de cuja indispensabilidade é desconhecida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Assim, o sentimento que preside este estudo, o espanto e reflexão frente à publicidade e ao consumo está perfeitamente expresso no poema “eu, etiqueta”, de Drummond:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 172.65pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em minha calça está grudado um nome</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que não é meu de batismo ou de cartório</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Um nome&#8230;.. estranho.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu blusão traz lembrete de bebida</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que jamais pus na boca, nessa vida,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em minha camiseta, a marca do cigarro</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que não fumo, até hoje não fumei.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Minhas meias falam de produto</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que nunca experimentei</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Mas são comunicados a meus pés.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu tênis é proclama colorido</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De alguma coisa não provada</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Por este provador de longa idade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Minha gravata e cinto e escova e pente,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu copo, minha xícara,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Minha toalha de banho e sabonete,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu isso, meu aquilo,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Desde a cabeça, ao bico dos sapatos,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">São mensagens,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Letras falantes,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Gritos visuais,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ordens de uso, abuso, reincidências,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Costume, hábito, premência,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Indispensabilidade,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E fazem de mim homem-anúncio itinerante,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Escravo da matéria anunciada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estou, estou na moda.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">É duro andar na moda, ainda que a moda</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Seja negar minha identidade,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Trocá-la por mil, açambarcando</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Todas as marcas registradas,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Todos os logotipos do mercado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Com que inocência demito-me de ser</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Eu que antes era e me sabia</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tão diverso de outros, tão mim mesmo,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ser pensante sentinte e solitário</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Com outros seres diversos e conscientes</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De sua humana, invencível condição</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Agora sou anúncio</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ora vulgar ora bizarro,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em língua nacional ou em qualquer língua</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">(Qualquer, principalmente.)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E nisto me comprazo, tiro glória</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De minha anulação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Não sou &#8211; vê lá – anúncio contratado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Eu é que mimosamente pago</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Para anunciar, para vender</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em bares festas praias pérgulas piscinas,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E bem à vista exibo esta etiqueta</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Global no corpo que desiste</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De ser veste e sandália de uma essência</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tão viva, independente,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que moda ou suborno algum o compromete.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Onde terei jogado fora</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu gosto e capacidade de escolher,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Minhas idiossincrasias tão pessoais,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Tão minhas que no rosto se espelhavam</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E cada gesto, cada olhar,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Cada vinco da roupa</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Sou gravado de forma universal,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Saio da estamparia, não de casa,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Da vitrine me tiram, recolocam,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Objeto pulsante mas objeto</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Que se oferece como signo de outros</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Objetos estatísticos, tarifados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Por me ostentar assim, tão orgulhoso</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De ser não eu, mas artigo industrial,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Peço que meu nome retifiquem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Já não me convém o título homem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meu nome novo é coisa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 106.25pt 0 4cm;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Eu sou a coisa, coisamente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#ff6600;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jornalblog.wordpress.com/21/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jornalblog.wordpress.com/21/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=21&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>à maneira pós-moderna: a crise do significado</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 22:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jornalblog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao escrevermos, como evitar que escrevamos sobre aquilo que não sabemos ou sabemos mal?É necessariamente neste ponto que imaginamos ter algo a dizer. Só escrevemos na extremidade de nosso próprio saber, nesta ponta extrema que separa nosso saber e nossa ignorância e que transforma um no outro. É só deste modo que somos determinados a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=20&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:#333399;">Ao escrevermos, como evitar que escrevamos sobre aquilo </span></em><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:#333399;">que não sabemos ou sabemos mal?É necessariamente neste ponto </span></em><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:#333399;">que imaginamos ter algo a dizer. Só escrevemos na extremidade de nosso </span></em><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:#333399;">próprio saber, nesta ponta extrema que separa nosso saber e nossa ignorância </span></em><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em><span style="color:#333399;">e que transforma um no outro. É só deste modo que somos determinados a escrever. </span></em><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><em><span style="color:#333399;">Gilles Deleuze </span></em></strong><span style="color:#333399;"></span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Diferença e repetição </span></span></span></em></strong></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><strong><em><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></em></strong></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="color:#333399;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p class="Default" style="line-height:150%;text-align:center;margin:0;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:center;margin:0;" align="center"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"></span></span></p>
<p><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O que é o pós-modernismo? Ora, se não é esta era na qual estamos imersos, alienados e exaustos com a crise existencial da ruputura-significado?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Um signo é tudo aquilo que descrevemos, vemos, pensamos, falamos, representamos. E ele basicamente é formado por duas partes: significado e significante. Os conceitos de significado e significante podem ser melhor explicados nesta metáfora: duas faces de uma mesma folha de papel, o conceito (significado) é o anverso, a imagem acústica (significante) o verso; não se pode cortar um sem o outro. O significado é aquilo que é “dizível” e o significante é uma definição que não se pode separar do significado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>E neste século XXI, presenciamos uma carência do significado para quase todos os discursos vitais; saúde, moda, economia, política etc. Pense na cor vermelha de um semáforo, ela é o significante e o “pare” é seu significado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Muitas coisas que presenciamos no âmbito da arte são simulacros, ninguém cria mais. Engraçado que com a virada da modernização para a pós-modernidade houve um aumento do poder de criatividade, mas será para qual favor estará sendo utilizada essa ‘criatividade’? Deixo aí essa questão para você responder, ok?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>O pós-modernismo depende de um modo particular de interpretar, experimentar e ser no mundo – o que nos leva talvez ao que seja a mais problemática faceta do </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">pós-modernismo: seus pressupostos psicológicos quanto à personalidade, à motivação e ao comportamento. Em oposição ao modernismo, no qual predomina a alienação e a paranóia, o pós-modernismo é marcado pela esquizofrenia como desordem lingüística, como ruptura na cadeia dos significados. Quando essa cadeia se rompe, temos a esquizofrenia na forma de uma reunião de significantes distintos entre si e sem relação entre si, ou sem significados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Esta falta de correlação dos significantes ocasiona a ruptura-significante também. Já não basta não ter significado para as coisas, como também ter uma crise de significantes. Isto é lógico, se não tem mais significado a cor vermelha do sinal, não há motivos de tê-la mais como cor vermelha, melhor, não precisamos mais do objeto (o semáforo), que é o terceiro fator de composição da tríade semiótica.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span><strong>Diferença esquemática entre modernismo e pós-modernismo</strong><br />
Modernismo/ Pós-Modernismo<br />
Simbolismo/ Dadaísmo<br />
Forma/ Antiforma<br />
Propósito/ Jogo<br />
Projeto/ Acaso<br />
Hierarquia/ Anarquia<br />
Presença/ Ausência<br />
Centralização/ Dispersão<br />
Paranóia/ Esquizofrenia<br />
Seleção/ Combinação<br />
Significado/ Significante<br />
Metafísica/ Ironia</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Ao analisarmos o esquema acima, podemos chegar a uma conclusão de que a crise do significado está implícita no pós-modernismo porque nesse movimento há sempre e constante um jogo que não é arquitetado, ele acontece como por acaso, se esse existe, e é anárquico, com apelo de um discurso da ausência a seu favor. Isto causa esquizofrenia, e quando falo de esquizofrenia aqui, se refere resumidamente a uma frase do filósofo Gilles Deleuze: &#8220;não há nada para explicar, para compreender, para interpretar.&#8221; Isto é esquizofrenia, e é isto o que o capitalismo vêm causando às pessoas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Muito facilmente os sujeitos inseridos na sociedade capitalista, possuem certas facilidades para consumir desenfreadamente objetos, e muitos deles sem utilidades alguma. O capitalismo cega o homem, o consome e o torna em ser super-consumidor sem explicação, sem compreensão, sem interpretação. É como chegar num shopping após ter recebido o salário e entrar na primeira loja, digamos que ela seja de roupas, e comprar mais uma peça de roupa sem necessidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Em nossa época pós-modernista, a moda varia de um dia para o</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">outro, assim como continuam a crescer o uso de drogas pesadas, o suicídio e desequilíbrio emocional. Tudo isto porque a pós-modernidade tem uma característica básica, senão a principal, que é a ausência de significado para a vida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span> </span>Nessa sociedade invertida, a solução para o massivo uso alienado e induzido de drogas é um bloqueado na mídia, com resultados tão embaraçantes quanto às centenas de milhões de gastos fúteis. Enquanto isso a TV, que é a voz e a alma do mundo moderno, sonha em vão atrair a atenção ao crescimento da ignorância e do que restou da saúde emocional através de propagandas de trinta segundos ou menos. Na cultura industrializada de depressão irreversível, do isolamento e do cinismo, o espírito será o primeiro a morrer, e a morte do planeta será apenas uma lembrança tardia. Assim será, ao menos que apaguemos essa ordem podre, com todas as suas categorias e dinâmicas. Como diria Edgar Morin, ‘este é o espírito do tempo’ e com ou sem significante e significado, a sociedade chegou num ponto crucial. O que faremos? Você tem a solução?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="color:#333399;font-family:&quot;">Fernando Raine 22/05/2008</span><span style="font-size:10pt;color:#333399;font-family:&quot;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:#333399;font-family:Times-Roman;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/jornalblog.wordpress.com/20/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/jornalblog.wordpress.com/20/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jornalblog.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jornalblog.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jornalblog.wordpress.com&amp;blog=3161927&amp;post=20&amp;subd=jornalblog&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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